COPA DO MUNDO DE 2014 – A GOLEADA DE 7 A 1 FUSTIGOU OS 20 CENTAVOS – MUDANÇA GERAL URGENTE

SELEÇÃO BRASILEIRA DE FUTEBOL – ESPECIALISTA EM COMPARTILHAR O “SELF” DO “OBA-OBA”!

NÃO SABER O QUE FAZER É O ÚLTIMO SINAL DE QUE A ADMINISTRAÇÃO ENTROU EM COLAPSO.

ANÁLISES FRIAS E REFLEXIVAS, AS MANCHETES NÃO DEIXAM DÚVIDAS, 7 A 1 FOI UM ACIDENTE DE PERCURSO EVITÁVEL, HÁ DÚVIDAS SE QUEM FOI REI SEMPRE SERÁ MAJESTADE

• OS 7 A 1 REFORÇAM OS 20 CENTAVOS, O BRASIL NÃO PODE RECUSAR A MUDANÇA GERAL.

• CHEIO DE ALTOS E BAIXOS, O FUTEBOL BRASILEIRO É O ESPELHO NATURAL DO BRASIL MAL GOVERNADO.

• O POVO BRASILEIRO É MUITO MELHOR QUE A GESTÃO DO BRASIL, FUTEBOL SERVE COMO SÍNTESE DE UMA ADMINISTRAÇÃO MAL SUCEDIDA.

• BRASIL PERDE UMA COPA DO MUNDO POR ANO, FORA DE CAMPO A GOLEADA É MAIOR – AS COISAS DO FUTEBOL BELISCAM OS CAPRICHOS DA VIDA.

• NEM O FUTEBOL ESCAPOU DO JEITINHO BRASILEIRO – AS DESCULPAS PELA DERROTA DE 7 A 1 SÃO SEMELHANTES ÀS DE MUITOS POLÍTICOS E EMPRESÁRIOS CORRUPTOS PEGOS COM A BOCA NA BOTIJA.

POR QUE O BRASIL VEM PERDENDO NO MUNDO FUTEBOLÍSTICO EM ASCENSÃO?

MERCADO FUTEBOLÍSTICO MUNDIAL EM EVOLUÇÃO – VITRINE NATURAL DA GLOBALIZAÇÃO, APROXIMAÇÃO DOS POVOS COM TODOS OS ERROS, VIRTUDES E DEFEITOS.

O futebol, dentre todos os esportes, adquiriu uma personalidade própria e tornou-se uma das maiores instituições emblemáticas positivas do mundo, a nível dos significados e importâncias das palavras que designam os entes, homem, mulher, criança, luta, viver, paz, amor, sexo e mais outros em estado latente de charme, glamour e vitória. A ponto de que a proximidade com os sentidos dessas palavras tornar-se um apelo vencedor de venda de produtos, serviços e melhora das imagens de marketing. O peso específico do futebol tem um endeusamento merecido tendo em vista à grande quantidade de corações conquistados através dos tempos.

DO MARACANAÇO, O BRASIL CHEGOU AO PENTA CAMPEONATO MUNDIAL DE FUTEBOL, COMO A HISTÓRIA SEMPRE SE REPETE, O MINEIRAÇO É O IMPULSO QUE FALTAVA RUMO AO DECA.

DIZEM, O MINEIRAÇO SUPEROU O MARACANAÇO – Com a cabeça quente muitas coisas são mal faladas, a realidade foi outra, com medo do “bimaracanaço”, os deuses da “LEI DE MURPHY” resolveram dar uma trégua, pois tiraram o Brasil antes que o Maracanã tivesse de comprovar que não gosta da seleção brasileira. Equilíbrio e esportividade é a chave do sucesso.

NO CHARME DA MÍSTICA, BRASIL TORNOU-SE UM ESPECIALISTA EM GANHAR AS COPAS DOS OUTROS, FALTAM PELO MENOS 64 ANOS PARA SEDIARMOS A PRÓXIMA.

O futebol brasileiro também se consagrou como uma instituição mundial positiva, e não seria uma derrota de sete a um (apesar de marcante) que iria desmerecer as conquistas anteriores. A marca do futebol brasileiro nunca deixará de ser uma instituição positiva mundial, e que trouxe consigo a marca Pelé, do homem considerado como o melhor atleta do Século XX. Essas realidades ainda estarão presentes por muito tempo, vencer o Brasil tem quase a mesma intensidade de ganhar uma copa. Os vencedores são sempre recebidos e ovacionados como heróis em seus países.
Porém, nem tudo foi baseado em fatos virtuosos, entre eles também desfilava o exibicionismo, oba-oba, papagaio de pirata e excesso de confiança, tudo apoiado por uma imprensa oportunista, vadia, faceira e interesseira. Como todo mundo sabe, o certo é que o futebol brasileiro caiu e se levantou por várias vezes, ressurgiu das cinzas quando ninguém mais esperava. Conviveu e convivi com corrupções de todo tipo, com dirigentes ruins, bairrismos, jornalistas corneteiros, imposições de empresários, vícios cariocas, paulistas e safras diferentes de bons e maus jogadores, juízes, técnicos e cartolas. Na percepção geral, assim como o político, o meio futebolístico é mafioso, nojento e pegajoso. Fichas sujas, cobras e lagartos que se mordem, arranham e atropelam, choros fingidos e desculpas esfarrapadas, nos bons momentos se abraçam, nos maus, ninguém sabe de nada. Conforme o Zé Carioca, folcloricamente, nosso futebol era a síntese do Brasil malandro, hoje, muitas vezes, serve de esconderijo ou cabo eleitoral do Brasil Criminoso. Para se ter uma ideia, temos um ex-presidente da CBF, que para não ser preso aqui e levar consigo um monte de corruptos, mora atualmente no exterior.

APAGÕES SUCESSIVOS: SELEÇÕES DOS EMPRESÁRIOS, DIRIGENTES E TÉCNICOS VENDÁVEIS, DESFILE DE MARCAS E PATENTES DE “OBA-OBA”

Lógico, tudo isso é do conhecimento dos torcedores, mas atrevidamente escamoteado e escondido pela bestialidade da imprensa brasileira. O futebol, o bem universal de todos os brasileiros vem, há muito tempo, vem sendo dilapidado por essa corja corrupta nos bons e maus momentos. É nítido que as patentes de “oba-oba” agem conforme o tamanho da goela e potência do vozerio para apaziguar os confrontos nos bastidores. No resumo, os “bons jogadores” são na realidade os mais protegidos pelos empresários e interesses escusos. Quem manda realmente é o poder da sordidez para manter calada as forças dos descontentes. Ou seja, tem muitas coisas ruins por trás das quatro linhas, e tem muitas outras que o Deputado Romário ameaça a falar. Não adianta ameaçar, tem que mostrar o preto no branco e se apresentar como alternativa de mudança. A CBF precisa de um presidente capaz de acabar com este lamentável estado de orgia do nosso futebol.

FUTEBOL EM QUATRO ATOS, DA CONSTRUÇÃO DO TRIPÉ AO MINEIRAÇO, O DIA 08/07/2014 É O 11 DE SETEMBRO DO BRASIL

Nem por isso estamos mortos. Fora do calor das disputas, assim como ganhamos admirações sinceras, nos bastidores, colecionamos inimigos e oponentes, uns por pura inveja, outros por malandragem comercial, uma vez que não admitem que um país de terceiro mundo continue sendo o maior vencedor do principal esporte mundial. Que o brasileiro não se iluda com as críticas, nem sempre são sinceras e construtivas, devido à derrota de 7 a 1, já “tem gentes” querendo nos tomar o penta na base do oba-oba. O Brasil não é mais o melhor do mundo. Pois é, mas somos oficialmente os únicos que vencemos por cinco vezes das vinte copas disputadas, vencemos 25% de todos os pódios onde muitos queriam estar. Em 20 copas, chegamos 10 vezes às semifinais e tivemos 50% de aproveitamento como campeões, fomos vices por duas vezes (1950 e 1998), temos dois terceiros lugares (1938 e 1978) e um quarto lugar em 1974. Estivemos sempre em cima da crista.
Mesmo assim, não se iluda, alguns canalhas da imprensa brasileira, inventaram o termo, a “Poderosa Alemanha”, se você pegar a linha, vai chegar ao novelo de que querem comprar o futebol brasileiro a preço de banana. No confronto direto, a Alemanha sempre foi um freguês de caderno do Brasil, dos 22 jogos disputados vencemos 12 e marcamos 40 gols, foram apenas 5 derrotas e 5 empates. Das 13 vezes que a Alemanha chegou às semifinais só venceu 3 até a data de hoje, 11/07/2014. A expectativa do escriba aqui presente que acompanha as copas desde 1958, (quando tinha 10 anos) é que vença os hermanos argentinos. Se vencer, indiretamente, fica fácil de dar o troco na Alemanha ao vencermos a Argentina com Messi e tudo, isso é só uma questão de tempo.
Gozar a cara do perdedor é uma praxe salutar para o esporte. Tem gentes falando que no sábado que vem (dia12) o terceiro lugar vai ser disputado entre a laranja e o bagaço. Veja os desfechos e conclua:

ATO 1 – CONSTRUÇÃO DO TRIPÉ – COPAS DE 1958, 1962 E 1970

Os anos dourados da magia do futebol mostraram que a derrota ensina os vencedores, o alicerce foi plantado. O “MARACANAÇO” tinha ficado para trás, deu lugar ao tripé construído pelo planejamento, técnica e malícia. A MARCA BRASIL começou a ser conhecida e respeitada mundialmente através do futebol gracioso, ao mesmo tempo, irreverente e objetivo. Bonito, tinhoso e mortal. Em muito pouco tempo, o Brasil foi três vezes campeão mundial, com muita técnica, raça e esportividade, passou a ser adorado pelos cinco cantos do mundo. A fina flor do futebol desfilava nos pés de Garrincha, Pelé, Didi, Nilton Santos, Amarildo, Djalma Santos, Tostão, Gerson, Rivelino, Jairzinho e Carlos Alberto Torres. Valem os outros que não podem ser esquecidos, times fabulosos e quase invencíveis. Suor, perseverança, determinação, respeito aos adversários e humildade, pessoas simples que andavam de ônibus, bonde e nunca recusavam uma entrevista aos jornalistas.

ATO 2 – EXIBICIONISMO EXCESSO DE CONFIANÇA – O BRASIL FICOU 24 ANOS SEM CONQUISTAR NADA, TORNOU-SE UM EXPORTADOR DE JOGADORES QUE PASSARAM A GANHAR DINHEIRO FORA DO PAÍS.

As safras de craques não eram as mesmas dos anos dourados, mas tinham experiências comprovadas e qualidades para deixarem o mundo boquiaberto também pela quantidade de tanta gente boa nascida de ninhadas diferentes. Frutos do “puro sangue” tais como Reinaldo, Zico, Sócrates, Marinho Chagas, Toninho Cerezo, Palhinha, Júnior, Luizinho, Eder Aleixo, Nelinho e muitos outros anjos do futebol. Muitos aproveitaram os alicerces plantados nos anos dourados e foram ganhar dinheiro na Zoropa. Foram ensinar os “cinturas duras” como se faz para sambar de chuteiras. O jogador Falcão tornou-se o Rei de Roma.
Nessa época, os jogadores brasileiros já saiam prontos para serem campeões, conheciam o charme de jogar dentro de um Maracanã cheio, o maior templo do futebol mundial. Jogar com um Maracanã cheio era e é um fetiche, um fascínio de receber um certificado de garantia e qualidade comprovada. Assim como no Mineirão, Beira Rio, Morumbi, Pacaembu, Parque Antártica e mais outros (clássicos inesquecíveis até hoje fazem histórias, Fla-Flu/Vasco/Botafogo, Atlético/Cruzeiro, Corinthians/Santos/Palmeiras/São Paulo, Grêmio/Internacional etc)
A qualidade dos jogadores superava a deficiência dos técnicos mal formados e acima de tudo, teimosos e arrogantes. Na copa de 1978, fomos roubados na Argentina. Nas posteriores, muitos deuses produzidos pela mídia não honraram a fama que tinham, a poupança acumulada nos anos dourados começava a dar sinais de desgastes. O Brasil perdera a graça do futebol leve e começou a assimilar, a correria dos cinturas duras.

ATO 3 – RENASCER COM O TETRA E O PENTA – (1994 E 2002) O BRASIL TORNOU A FIGURAR NO MURAL MÁGICO DO FUTEBOL E SE CONFIRMOU COMO A POTÊNCIA A SER BATIDA. PORÉM, O OBA-OBA POR VÁRIAS VEZES ENTROU EM CAMPO.

Ciente de que nosso futebol não era mesmo de antes, na copa de 1994, o técnico Parreira, sabendo das próprias limitações, montou um time defensivo com uma forte marcação no meio de campo (Dunga e Mauro Silva), teve a sorte de contar com dois santos, o São Romário e São Bebeto. Tinha mais, Branco, Jorginho e Tafarel. O Brasil mostrou que também sabia jogar um futebol força, ao mesmo tempo defensivo e com gols mortíferos na hora certa.
Em 1994, o oba-oba também entrou em campo, o mais perseguido foi sem dúvida o Romário, na copa, a Rede Globo de Televisão filmou indevidamente seus familiares rolando pelo chão durante as comemorações. Uma covardia descomunal!
Entre o tetra e o penta, teve um vice, o Brasil fora derrotado na França e pela França em 1998, mas a maior derrota foi o inexplicável “oba-oba” em torno do mal-estar sofrido pelo jogador Ronaldo Fenômeno que não jogou a final, e nos deixou o Zagalo para ser engolido. O “oba-oba’ mostrou força, até as professoras e empregadas dos jogadores eram entrevistadas como fossem gente famosa.
Em 2002, para fugir do viciado “oba-oba” em torno do Parreira e Zagalo, a CBF – Confederação Brasileira de Futebol escolheu o técnico Luiz Felipe Scolari para dirigir a Seleção Brasileira de Futebol. Fora um jogador limitado, mas como técnico, teve a sorte de contar com verdadeiras joias raras do futebol mundial em plena forma, tais como, Ronaldo Fenômeno, Ronaldinho Gaúcho, Rivaldo, todos com marcas registradas de melhores do mundo jogando na Europa. Além disso, contava com os laterais Roberto Carlos e Cafu. Fica fácil montar um time com tanta gente boa ajudando. Fica fácil chamar o time de Família Scolari diante uma coleção de vitórias.
Em 2002, ficou provado que os vencedores se alimentam das derrotas. Devido à imprevisibilidade no futebol, as derrotas sempre acontecem e são a prova real de que o perdedor esteve presente na luta, perdeu, não fugiu, voltou e tornou a ganhar. Derrotas são lamentáveis, mas jamais podem ser consideradas como tampa de caixão. Já tivemos que renascer várias vezes.

ATO 4 – COPAS DO MUNDO DE 2006, 2010 E 2014 –DEFINITIVAMENTE, A FARRA DO “OBA-OBA” TOMOU CONTA DO FUTEBOL BRASILEIRO. FALTA DE PROFISSIONALISMO E EXCESSO DE MARKETING.

Porque perdemos? Vai contando, falta de zelo profissional, excesso de confiança, desprezo aos adversários, falta de humildade, e sobre tudo, por causa de uma “doença” denominada “oba-oba”.
A seleção de 2006 era uma versão melhorada da campeã de 2002, num mesmo time tinha Ronaldo Fenômeno, Ronaldinho Gaúcho, Kaká e Adriano em plena forma, contava também com os laterais Roberto Carlos e Cafu, só que o técnico era o ultrapassado Parreira. Nos intervalos entre as partidas, a caminho dos estádios esses jogadores poderiam ser considerados como os reis do pagodinho. Muita música e liberdade na concentração, muitas entrevistas, e tome a Rede Globo entrevistando os amigos, os professores e as empregadas dos jogadores, cobertura completa numa eterna busca de fabricar emblemáticos forçados. Se não tem rei, eles fabricam as divindades na hora, depois é só colocar a coroas e desfilar como príncipes e princesas. Celebridades feitas sob medida, compre uma e leve três.
O “oba-oba” pode ser resumido como o excesso de marketing, excesso de fantasias, tudo misturado com o excesso de imagens e discursos, a ponto do resultado se tornar uma farsa em todos os sentidos, ainda mais quando não se leva em consideração a imprevisibilidade do futebol. Uma entidade (tal como a Rede Globo de Televisão) só vive disso porque tem sempre que fabricar emblemáticos para vender produtos e serviços.

COPA DO MUNDO DE 2014 – A QUEDA DE UM VIADUTO DE GRANDE PORTE PRENUNCIA A DERROTA DE 7 A 1 DO BRASIL PARA A ALEMANHA

A copa de 2010, foi a única que não aconteceu para o Brasil, não aconteceu nada, por isso deve ser esquecida. Já a copa de 2014, era para não ter acontecido, de sã consciência os brasileiros sempre souberam que não tinham condições de realizar uma copa do mundo, uma vez que várias outras prioridades concorriam na frente, tais como, saúde, educação, segurança, transporte, má administração crônica, corrupção generalizada, gastos fáceis do dinheiro público, reformas do poder legislativo, judiciário e executivo. Sem contar os desastres promovidos pelas ideologias contraditórias do PT.
Os alarmes foram acionados em Belo Horizonte, enquanto um viaduto de grande porte cai na cara dos corruptos no dia 05/07/2014, em 08/07/2014, a derrota de 7 a 1 torna-se o símbolo maior da má administração em todos os níveis da vida brasileira. O Brasil se igualou ao Zaire e Haiti, as únicas seleções que tomaram cinco gols no primeiro tempo. Caramba, mas justamente em Belo Horizonte que a seleção brasileira foi perder de 7 a 1. No Estádio Mineirão, as vaias dos 60 mil torcedores foram inevitáveis, não como desrespeito ao Brasil, mas para descarregar a tensão da derrota.
Em 1970, o Mineirão foi palco da única derrota dos campeões mundiais, o Clube Atlético Mineiro venceu por 2 a 1, no outro dia, o Dario Peito de Aço foi convocado. Nunca mais a seleção treinou com times já formadas da primeira divisão.

INVERTERAM O JOGO, OS DEUSES DO FUTEBOL FORAM VENCIDOS.

NÃO EXISTE ESSE NEGÓCIO DE FECHAR COM O GRUPO, TEM SIM, QUE FECHAR COM A MERITOCRACIA. FECHAR COM O GRUPO SIGNIFICA NIVELAR POR BAIXO.

Nem Pelé algum dia esnobou a seleção brasileira, os jogadores de hoje parecem que prestam favores ao serem convocados. Inverteram o jogo, em vez de ser uma honra jogar pela seleção brasileira, é esta que implora para que os jogadores aceitem as convocações.
O maior charme do futebol é a imprevisibilidade, mas pensando bem, nunca tivemos uma seleção tão chorona, um despreparo completo, os jogadores choravam durante o Hino Nacional e choraram muito quando ganharam a disputa de pênalti contra Chile. Já tivemos seleções bem malandras, preguiçosas e espalhafatosas, mas choronas, jamais. Meninos novos, endinheirados, que jogam nas Zoropas, completamente mimados. É certo que saíram do Brasil ainda novinhos, não tiveram tempo de aprender as malícias, traquejos e destrezas do futebol brasileiro. Muitos sequer jogaram no místico Maracanã e nem no inesquecível Mineirão. Eram jogadores estrangeiros fantasiados de brasileiros. Em situação normal, o tal de Hulk jamais seria convocado por qualquer técnico, o cara é ruim demais.
Aí, o Brasil ficou conhecendo realmente quem é o tal de Felipão, o escriba aqui presente jura que jamais gostaria de ofender diretamente um técnico que pelo sim ou pelo não já foi campeão pelo Brasil. Nos discursos, para explicar a derrota de 7 a 1, o cara deixou a máscara cair e agiu com a mesma intimidade costumeira que o político tem com a mentira, menosprezou a inteligência alheia, cometeu todas as impropriedades futebolísticas que jamais poderia ter saído da verborreia de um técnico de futebol, o arrogante que amarrotou o verbo, pisou no tomate e inverteu o cardápio, tudo para esconder que convocou errado, escalou mal, nivelou por baixo, mais pareceu um amador que jamais poderia estar ali.
Então a tal de Família Scolari é uma babaquice inventada nas épocas das vacas gordas. Esse negócio de fechar com o grupo é a mesma coisa de nivelar por baixo, sem levar em conta os momentos dos mesmos e de outros jogadores. Na convocação, o Felipão já saiu perdendo, foi visível a falta de jogador, não havia peças de reposição, em copa do mundo nunca um jogador é convocado para ser reserva. Na realidade, o time tem vinte três jogadores titulares.
Como tentar explicar o inexplicável, Brasil, o maior vencedor de todas as copas passa a vigorar também entre os dez que sofreram as maiores derrotas desde 1930. Como sempre disse Vinícius de Morais, não abuse, tem sempre um dia que a casa cai! Fernando Sasso também sempre repetia, toda araruta tem seu dia de mingau. De repente, no país do futebol, o mundo futebolístico mundial ficou pasmo e triste, a derrota brasileira de 7 a 1 para a Alemanha, deixou os amantes do futebol surpresos ainda mais com o placar tão elástico. Aos 29 minutos do primeiro tempo, o Brasil perdia de 5 a zero, sendo que nos últimos sete minutos, levou 4 gols seguidos. Ao mesmo tempo, a avalanche de gols, tanto soterrou as esperanças dos brasileiros quanto tirou o brio e brilho da vitória dos alemães, outrora uns verdadeiros fregueses dos brasileiros. O Brasil portou-se como um lutador que foi nocauteado no primeiro soco, os demais socos foram deferidos quando o perdedor já tivera perdido os sentidos.
É como se um apagão tivesse tomado conta dos jogadores, cujos cérebros foram desligados das realidades que empurravam as bolas para fundo das redes. Parecia um jogo de profissionais contra um bando de crianças desorientadas. Os jogadores alemães tiveram a ‘hombridade” de não aumentar ainda mais o placar que poderia perfeitamente ser bem maior. Reconheceram que o futebol mundial cresceu ao ver, durante anos, o Brasil jogar.

De repente, os brasileiros foram arremetidos contra uma sinuosa parede cheia de humilhações, vergonhas, espantos e tristezas, o maior desastre histórico do futebol mundial estava acontecendo e ninguém queria acreditar. Muitas lágrimas e grunhidos de desespero, estampavam o sofrimento dos feridos de morte

PROVEITOS TIRADOS

  • O Brasil provou porque é considerado o país mais bonito e mais charmoso do mundo. Povo acolhedor, carinhoso, educado e fascinante, soube receber e respeitar os visitantes, apesar das horas difíceis que atravessa para realizar a mudança de governo.
  • Jogo virado, o Brasil político e empresarial tem que ser acordado e punido. Vencer a derrota, eis a questão, está é a obrigação nas próximas eleições.
  • Depois que o Brasil perdeu a chance de disputar a final, o mercado financeiro mundial passou a acreditar que deveremos ter mudanças políticas. No Brasil, a bolsa de valores sobe quando a Dilma cai nas pesquisas.
  • Dê a César o que é de César, reconhecimento geral de que o futebol é a vitrine natural da globalização, a ponto de a FIFA concorrer com a importância da própria ONU.

A simplicidade nunca fica sozinha.
Mãos que pensam, pés que enxergam.
Um abraço a todos.
Chacattis Tadadota
Continua…

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