CAMPANHA TEMPOS DE DEPURAÇÃO

EM CONSTRUÇÃO

CAMPANHA GERAL TEMPOS DE DEPURAÇÃO

REPRODUÇÃO NESTE BLOG  11 de fevereiro de 2013, às 20:52

     PROJETO HOMEM MARKETING VISTO SOB A ÓTICA DE SUAS CAMPANHAS  

ONDE O VENTO FAZ A CURVA, ENCONTRAM-SE AS MÃOS QUE PENSAM E OS PÉS QUE ENXERGAM

ONDE O VENTO FAZ A CURVA, BALANÇA-SE O MUNDO DE COISAS PRONTAS

ESTUDO DOS DESAFIOS DO MARKETING E COMUNICAÇÃO

MARKETING EM SINTONIA COM OS SENTIMENTOS DAS PESSOAS:

https://poolbusinesses.wordpress.com/desafios-do-marketing-e-comunicacao/

COLUNA PRONTANÁLISE, A VOZ DA CAMPANHA

BALANCE O MUNDO DE COISAS PRONTAS

ESTA POSTAGEM É O PRÓPRIO DOCUMENTO DE REGISTRO DA CAMPANHA:

Registrada em Belo Horizonte com o nº 970628 – em 01/12/2008 – Cartório 2º Ofício de Documentos e Títulos – Rua Guajajaras, nº 197.

O PROJETO HOMEM MARKETING É EM SI UMA INTERMINÁVEL CAMPANHA DE VALORIZAÇÃO DA VIDA

Conjunto de incentivos para extrair das crises os sentidos evolutivos que identifiquem esses tempos como lúcidos e iluminados e não só modernos e aflitivos.

FAÇA PARTE, ENTENDA MELHOR, CONTRIBUA DE ALGUMA FORMA:

   No repique atual das crises evolutivas, em 2008, os próprios vícios corporativos se detonaram, fazendo aflorar as espertezas do sistema capitalista que está sendo acudido pela corporação estatal. Obrigada a intervir na iniciativa privada, sob pena de ver ruir os dogmas que ainda protegem o estrutural democrático-financeiro até então aceito.

   Ao mesmo tempo, num desdobramento imediato, colocamos para debate dois ápices de discussão: a re-explosão da bolha intelectual a favor e versus as reformas dos sistemas corporativos, que em breve farão parte das instâncias normais dos conhecimentos das pessoas. Esses ápices não são entidades distintas, mas concomitantes e interativas que começamos a estudar na feitura dos livros editados no site. Temos a comentar:

1 – Re-explosão da Bolha Intelectual:

   Ocorre de tempos em tempos e como sempre, será puxada pela comunicação em geral. Onde já é perceptível uma consciência ainda oculta sobre uma pergunta que, há muito, intriga um contingente de pessoas:

l        Por que falham os nossos intelectuais? Seria por impotência para reagir contra o imoral legalizado?

   Há alguns anos, os intelectuais tinham uma forma fixa de proceder. Era charmoso que as cabeças pensantes se rotulassem de comunistas contrapondo ao capitalismo. Bater no corporativo governamental era outra moda que trazia dividendos para os ilustres das artes e escritas. Recebiam aplausos dos maiorais, os pseudofilósofos da comportada anarquia.

   Hoje em dia, não existem mais os pontos fixos para desafogar as mágoas intelectuais. As referências são fluídas e amorfas, flutuam, escorregam e se locupletam. Quando mal se espera, o estado vira banco. Chamamos isso de ciência das adaptações constantes (Site: Raízes Flutuantes – desenvolvimento da capacidade de se sentir seguro em qualquer lugar)

   No quesito próprio da comunicação, existe algo mais a se apurar, pois a fala dos intelectuais não atinge os comuns. Não cumpre o primordial objetivo de elucidar o homem para a vida. Não se trata propriamente de erro, ensino ou educação, mas de alcance e reflexão. Imagina-se que um “produto intelectualizado” tenha alcance comunicativo universal. Mas no contexto de ser rápida, praticar a informação e ensinar, a comunicação fica prejudicada. O sistema desintegrado, um incentivo involuntário de antagonismos infrutíferos, tem dificuldades para interagir e corrigir outros corporativos. Exemplos:

a) Na época do mensalão, não adiantou a imprensa ser rápida e presente. Não adiantou ensinar, porque o público que realmente decidiria a parada não entendera nada. A descoberta do “mensalão” foi uma sorte ainda não refletida e aproveitada.

b) Quantos esforços foram gastos para que os bandidos fossem excluídos pelos votos. Nada adiantou. O que fazer se o sistema de votação é a própria arapuca?

c) Nessa época de crise internacional devido à farra dos derivativos, as bolsas de valores ao invés de vítimas estão pagando a conta. Muitos enxergam os fatos como se quase tramados por elas.

d) No contexto das intocabilidades, a vergonha nacional precisa desatar o nó dos doze tiros corporativos que não podem mais reforçar a tese da legítima defesa, nem aceitar que operações como a Satiagraha continuem com trânsito livre entre “veias e tetas” da nossa inconsciência. Dos holofotes aparecem os descuidos das “espertezas”.

2 – Reformas dos Sistemas Corporativos:

Nós, do Projeto Homem Marketing, temos objetivos múltiplos, um deles é fornecer ao cidadão alguns esclarecimentos no uso de suas pontencialidades.

Podemos resumir no seguinte:

  • Da fala dos poderosos, sempre ouvimos: Nós somos do primeiro mundo, os de outros mundos não precisam pensar, nós pensamos por vocês.
  • Da mente dos famintos, eis a resposta: Não vamos entrar no primeiro mundo deles sem antes criar o nosso.

   Assim, o âmago desse contexto pode ser sintetizado no seguinte:

   O Capitalismo de várias faces tentou até se misturar com os feitos das divindades. Como consequência, estão querendo enquadrá-lo dentro da nova sistemática corporativa que se avizinha, pois chegamos ao tempo de rever a era do lucro pelo lucro. Concomitantemente, entra em vigor a era da busca de resultados recíprocos das oportunidades. A convivência do dinheiro pelo dinheiro não é pecado, desde que em volta ninguém passe fome. Os comuns saberão distinguir o marketing bom do traiçoeiro.

   Do campo financeiro, as reformas corporativas se replicarão por outros campos do conhecimento, tendo a re-explosão da bolha intelectual ora como algoz, ora como aliada. Delírios de sedução e aversão, a lógica versus o emocional. Nesse diapasão de esforços recíprocos, temos muito mais a agradecer pelo aprendizado que a atual crise propicia. Aquilo que muitos se referem como “abalo global”, verdadeiramente é uma oportunidade de reflexão, reciclagem e recriação, pois estamos inaugurando uma nova era na economia mundial com reflexos de “mudanças exponenciais” noutros seguimentos da vida.

   Nesses atuais tempos modernos, as crises são antídotos contra os corporativos imortais que ofuscam as “transparências” nacionais e internacionais. Onde se confirma a necessidade de cooperação entre os diferentes mundos e mentes. Fato até superior às conquistas tecnológicas que em muito facilitam o cotidiano.

   Trata-se de uma vitória inestimável, é a sobreposição do lastro moral sobre qualquer outro. Reconhecimento de que o homem já está pronto para tomar conta de si e enfrentar a auditoria em tempo real de seus males e virtudes. Confiança lastreada na própria concorrência entre iguais, sob a tutela de leis universais que regem os governos e mercados. Infelizmente a esperteza humana tem que ser vigiada.

   Temos “sorte, chance e insight”, é só aproveitar. Inauguramos a era dos tempos lúcidos e iluminados. Atenda a esse chamamento, conheça-nos. Saiba mais, visite o nosso site.

  Convidamos sua sensibilidade para um banquete de criação de ideias e inovações.

PRINT SCREENS DO BLOG ORIGINAL DA CAMPANHA GERAL TEMPOS DE DEPURAÇÃO (http://temposdedepuracao.blogspot.com.br/2009/08/3-postagem-reexplosao-da-bolha.html)

É IMPORTANTE SABER:

A CAMPANHA FIM DO POLÍTICO PROFISSIONAL, cujas diretrizes e fundamentos foram protocolos com o nº 995680 em 19/08/2009, no Cartório 2º Ofício de Documentos e Títulos – Rua Guajajaras, nº 197 – Centro – Belo Horizonte – Brasil, faz parte da CAMPANHA GERAL TEMPOS DE DEPURAÇÃO, registrada no mesmo cartório com nº 970628 em 01/12/2008.

A PETIÇÃO DA SUB CAMPANHA FIM DO POLÍTICO PROFISSIONAL  FOI CRIADA NO DIA 04/06/2012

CAMPANHA GERAL TEMPOS DE DEPURAÇÃO 1

CAMPANHA GERAL TEMPOS DE DEPURAÇÃO 2

CAMPANHA GERAL TEMPOS DE DEPURAÇÃO 3

 S E G U E CAMPANHAS INTERATIVAS

O GRITO DA VERDADE (15/02/2013 – 13:12 hs)

POSTAGEM ORIGINAL DA PRIMEIRA REPRODUÇÃO – 18 de janeiro de 2011

Originalmente a matéria foi dividida em quatro postagens no Google Blogger:

Este texto foi extraído do Livro 1 – A LÓGICA VERSUS O EMOCIONAL. Protocolado em 25/10/2002 na F B N – Fundação Biblioteca Nacional – Ministério da Cultura/ E D A – Escritório de Direitos Autorais. Tempo de escrita: out/1999 a out/2002.

Em todo conteúdo do PROJETO HOMEM MARKETING expresso nos livros, estaremos sempre que possível e às vezes, até com insistência, escrevendo a palavra AMOR.

Isso para uma mente desguarnecida pode significar que somos utópicos, eternos sonhadores perdidos dentro desse louco mundo ou fora do mundo louco que excluí os puros de coração.

A lógica bandida tentou preparar esse tal de mundo louco para esquecer de vez o AMOR, substituindo-o por um egocentrismo extravagante mascarado com uma forma efêmera de viver qualidade misturada com luxo, classe e elegância, tudo encoberto por uma educação treinada para tornar invisível as implosões de caráter individual e corporativo.

Ocorre que se esqueceram de combinar tudo com a VERDADE, a fiel guarda costa do AMOR.

A nossa identificação pode ser percebida não pela sagacidade dos traços aparentemente poéticos, mas talvez pela sutileza de chamar a atenção do leitor, para perceber a sua perspicácia de julgar se quereremos traduzir o que é ou parece com a verdade.

Não sejamos tão visionários ou malucos para querer achar que podemos explicar todas as verdades, ou melhor, talvez queiramos deixar que flua o grito da verdade.

Quando alguém sentir que pode distinguir a própria verdade, com certeza vai seguir em frente ou voltar, mas não vai arrepender-se de não ter ficado.

Quem fica não foi e não volta e pode ficar sem arrepender-se pelo simples fato de ter sentido que podia ficar.

Verdade, cada um tem a sua.

Quem quiser encontrar a própria verdade tem que superar os seus limites conhecidos e desconhecidos.

Quem quiser descobrir a sua real capacidade de superação, deve aproximar ou superar os próprios limites, não pelo simples fato de saber se pode, mas para avaliar a fronteira do seu estado de equilíbrio na hora que estiver tentando.

E isso é uma verdade. Assim como é o fato de encontrá-la e não saber o que fazer devido à falta de preparo para vê-la de perto.

O desconhecido do homem não permite que ele fique testando os seus limites, existe uma sensação de que alguma coisa está para desintegrar da nossa massa corporal.

Existe dentro de nós alguma coisa desconhecida da qual temos medo de aproximar. Parece algo, inconscientemente, proibido que não sabemos explicar.

Todas essas incertezas quanto à existência ou não da verdade, seja até mesmo no choro de uma criança, só nos faz refletir que ela sempre aparece quando existe amor.

Há quem diga que a verdade também aparece junto com o sofrimento, quando para reconhecê-la, precisa-se de resignação para aturar e vencer a dor.

Nesses momentos críticos ela, a verdade, aparece desbancando tudo que insistia em camuflar o óbvio.

Muitos dizem que as verdades são efêmeras e que a ética se reproduz em outras, tudo dentro de uma mudança contínua onde as caracterizações são consequências de outras e que tudo se camufla para a formação de novas verdades.

Certo?

Não!

Isto não é certo porque o errado é que se camufla nas mentiras que se confrontam e se destroem cedendo lugar à verdade que nunca esteve camuflada.

Indestrutível e soberana ela se aflora pela própria incapacidade de sobrevivência das mentiras ou do irreal.

A verdade não precisa de grito contido, ela é o próprio grito estampado na lucidez que caracteriza a liberdade e ilumina o caminho de quem sempre teve o merecimento de encontrar a paz.

E o amor?

Para muitos a tendência de usar o amor como frente é sentir-se mais protegido, alguém que realizou algo num momento de emoção com o coração puro e suave e por isso pode ser perdoado. Porém,  só de pensar que muitos utilizam disso para camuflar as suas espertezas, não iríamos acreditar em mais nada.

Mesmo assim, tentamos, isso faz parte do homem, faz parte do amor.

Nós não sabemos se temos a perspicácia necessária para tentar explicar porque insistimos com a palavra AMOR e também não somos tão espertos assim a ponto de evitar todos os erros e sairmos ilesos de qualquer julgamento, só porque utilizamos, novamente, a palavra AMOR.

No livro 4 – Desconhecimento do Próprio Marketing, escrevemos O grande charme bandido das conquistas comerciais será a glória de receber um troféu pela conquista psíquica dos adversários,sem que lhes cause qualquer constrangimento ou dor. Mas isso foi descoberto a tempo devido ao:

EFEITO TELEPATIA DE MASSA:
“NINGUÉM FALOU NADA PARA NINGUÉM, MAS TODO MUNDO SABE”  A MESTRA CRENÇA DA LIBERTAÇÃO INTERIOR DO HOMEM.

Nós não sabemos se temos a perspicácia necessária para tentar explicar porque insistimos com a palavra amor e também não somos tão espertos assim, a ponto de evitar todos os erros e sairmos ilesos de qualquer julgamento, só porque utilizamos, novamente, a palavra amor.

Tudo isso pode até ser um trocadilho, um jogo de palavras que pode não ter qualquer lógica. Mas o uso da lógica funciona do mesmo jeito, aquilo que é lógico é pelo menos sincero com as próprias convicções.

Para o HOMEM MARKETING, nem tudo que gerou conhecimento está registrado em livros e é perfeitamente definido nos dicionários. Da mesma forma, o que vai gerar conhecimento nunca estará preparado para ser, absolutamente, registrado como certo ou errado.

Na dúvida, existe a lógica, existe a prova matemática da verdade.

A sobrevivência humana definiu os seus padrões e paradigmas tentando explicar as próprias leis da existência de qualquer coisa.

Quando, porque e como existe?

Ficando assim definido o que é bom e o que é mal.

Não existe praticamente nada que não seja corporativo, todos os pensamentos e ações individuais das pessoas se movem em conjunto, não importando as distâncias que estão entre elas, seja no tempo ou no espaço.

São justamente esses dois fatores, o tempo e o espaço que determinam as características dos conjuntos que vão se formando como resultantes das causas e efeitos atrelados à pujança do bem ou do mal, não havendo soberania de um sobre o outro.

O mal se expande na mesma proporção que o bem e a tendência é que o mal fique disfarçado no bem e que sempre irá prevalecer sobre volatilidade das adaptações da mentira planejada e bem articulada, o que faz com que se tornem efêmeras as críticas de um observador mais atento, visto, na maioria das vezes, como presunçoso.

Aquilo que parece ser não é e nunca vai ser, vai ficar parecendo e  se confundindo por muito tempo com aquilo que é e será, mas tudo vai sendo assistido e conduzido aparentemente sem a mira dos holofotes escamoteados que regem as altas e genuínas prerrogativas da verdade.

Tudo vai sendo aceito como certo mesmo com reflexivas contestações de poucos formadores de opiniões esclarecidas.

Os contestadores conscientes morrem antes que suas ideias sejam descobertas pelas maiorias contidas na mesmice desavisada.

Mas o grito da verdade geralmente se expande de uma explosão oriunda dos erros contidos na má intenção das espertezas, que vão se ludibriando até que os próprios vícios as detonem.

Mas os escravos não estão vencidos…

Se a vitória é tua, não judies do meu corpo vencido, não me mates pela segunda vez, não criais para ti um inimigo de sangue, não eternizes o teu sofrimento com a minha dor, quanto mais rápido me deixardes ir menos mal fará a ti mesmo.

Mas se insistires em maltratar o meu corpo vencido, criarás as moscas de tuas eternas feridas.

Tu ti foges eu te encontro, mas nada disso serve para te alertar.

A simplicidade nunca fica sozinha.

Mãos que pensam, pés que enxergam.

Chacattis Tadadota

Postado por POOL BUSINESSES HUMAN às 13:15

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