ESTUDO DA MENTE DO MERCADO – MODERNO ENTENDIMENTO FUNDAMENTALISTA E GRAFISTA – CUIDADOS COM OS EXAGEROS DOS NOTICIÁRIOS

THE STUDY OF THE STOCK MARKET’S MIND – GRAPH ANALYST AND FUNDAMENTALIST MODERN UNDERSTANDING – CARES WITH THE EXAGGERATIONS OF THE NEWS SECTIONS

O moderno profissional de mercado é o que tecnicamente une o entendimento grafista e fundamentalista, ambos facilitados pela maior divulgação e aplicação da Economática.

Nos atuais tempos modernos do mercado, não existe mais aquele antagonismo entre ser grafista ou fundamentalista. O cara que se definir como um ou outro é simplesmente um ultrapassado a serviço dos torcedores mal assessorados. Além disso, hoje em dia, a quantidade de cursos disponíveis está desfazendo os mistérios e os charmes em torno dessa questão. Ou seja, os agentes de mercado estão sendo vigiados e os investidores mais elucidados.

A – ENTENDIMENTO GRAFISTA PURO É O ENXERGAR ATRAVÉS DOS NÚMEROS E GRÁFICOS

Assim como o entendimento fundamentalista, o grafista é também baseado em meios técnicos. Muitos o consideram como “o mais técnico” tendo em vista à exploração pura dos números como mentores lógicos das tendências positivas ou negativas.

Nem por isso infalível, mas é onde, em todos instantes, são calculadas as resultantes das operações de compras e vendas. Em termos simples, pode ser entendido como uma das aplicações da Economática na construção de modelos lógicos otimizadores de estudos e aplicações financeiras diversas. Veja isso como um transformador de bancos de dados em interativos instantâneos com os momentos presentes das aplicações. Onde é permitido simular e aferir as operações, ou seja, no figurativo, você consegue testar uma operação antes de efetivá-la.

Nessa miscelânea técnica é onde são válidas as “experts operations”, ações profissionais que obtêm os melhores rendimentos das aplicações, conforme for a qualidade, esperteza e inteligência das intervenções. Na rotina dos princípios, quem arranca na frente (comprando ou vendendo) tem possibilidade de beber a água mais limpa.

Esse serviço conjunto de homens e máquinas em funcionamento contínuo determina quando um ciclo de alta se inicia ou termina. Por exemplo, quando há a exaustão dos positivos, ou seja, quando o mercado perde força nas grimpas dos gráficos, naturalmente, num giro ininterrupto, ele procura a construção técnica de um novo ciclo de aproveitamento para fazer negócios, usando o próprio repique do positivo ou aceitando o negativo como a melhor opção. Veja isso também no trabalho exaustivo de construção ou desconstrução de futuros.

Muitas vezes, todo esse serviço é transferido às máquinas, que se ficarem muito tempo funcionando, acabam transformando o espetáculo das acumulações em alguma coisa fictícia que produz falsas tendências. Máquina trabalhando sozinha é um perigo danado, pois costuma comer mosca das escadinhas traiçoeiras.

O estudo das flexibilizações das travas é um ente que deveria ser levado mais a sério, pois no frigir dos intuitos, as máquinas mal vigiadas acabam por construir problemas sérios de “cego surdo mudo”.  Exemplo: Muitas máquinas continuaram funcionando para cima, mesmo depois do Bin Laden ser exibido como troféu.

Nos momentos presentes, assistimos ao mercado construir suas oportunidades de negócios nas partes intermediárias dos gráficos ou na atual tendência positiva do mercado, seja momentânea ou não.

Esse núcleo de funcionamento citado anteriormente quase nunca é comentado pelos profissionais de mercado e que nem mesmo são obrigados a fazer isso. Quando são chamados às explicações, podem se esconder nos rebuscamentos tecnocráticos grafistas ou utilizarem-se dos meios fundamentalistas mais perceptíveis aos olhos leigos. Mas o excesso de técnica produz um cenário espetaculoso e incompreensível para a maioria dos investidores.

Então, o mais fácil para os profissionais de mercado é a explicação dos movimentos da bolsa através das mesmas expressões manjadas dos noticiários.

B – ENTENDIMENTO FUNDAMENTALISTA

Este é um dos principais componentes de análise do mercado de ações, baseado em fundamentos econômicos globais, dos países, setoriais, empresariais e ainda os políticos e sociais, que permitem as análises estruturais de cada um desses componentes visando à percepção da administração, estado de governança, facilitadores, descoberta de novos negócios, segurança, liberdade e retorno dos investimentos. Contem todo o estrutural de controle que permite que a bolsa de valores desempenhe o seu papel e que os investidores construam um arcabouço de entendimento sobre o mercado.

C – VERTENTE TORCEDORA:

Porém, como não poderia deixar de ser, existe o lado popular dessa questão, onde estão inseridas a liberdade de expressão e as manifestações diversas sobre todos os assuntos pertinentes. Geralmente, estão incluídas as opiniões da imprensa, das pessoas comuns contidas, tanto na visão torcedora do processo, quanto no reavivamento dos problemas, reciclagens necessárias e as vias de solução.

A vertente torcedora é a que põe holofote em todo esse processo, questionando e sugerindo, mesmo com atraso. Como “torcedor do desenvolvimento”, qualquer um tem o direito de explicar a subida ou descida da bolsa brasileira tendo em vista nossos fundamentos econômicos internos e até mesmo esquecer-se das várias feridas brasileiras e do governo.

Mãos que pensam, pés que enxergam.

Chacattis Tadadota

Continua…

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