RECUPERAÇÃO ECONÔMICA GLOBAL, O PESSIMISMO É O MAIOR INIMIGO – AS BOLSAS DE VALORES PODERÃO FAZER A DIFERENÇA COMO MARQUETEIRAS EM DIREÇÃO AO MUNDO POSITIVO?

GLOBAL ECONOMICAL RECOVERY: PESSIMISM IS LARGEST ENEMY. CAN THE STOCKS-MARKETS MAKE DIFFERENCE LIKE MARKETING IN DIRECTION TO THE POSITIVE WORLD?

Prezados amigos, um bom 2013 para todos e todas. Vamos começar o ano dizendo o seguinte:

O bom da vida é brincar com coisas sérias sem ferir as formalidades. Muitos juram que é o contrário, eis a razão do efeito desejado.

Todo mundo tira férias, uns dizem que entram e outros que saíram de férias. Uns dizem que o mercado é experto e outros que é esperto. Então, esse negócio de tira, põe, saiu e entrou é tudo uma miscelânea só.

Uns acham que sou lacônico e outros que abuso das entrelinhas. Para simplificar essa peleja, vou adotar o meu jeito antigo, escrever menos e falar muito, tal como antes. Tanto é que a postagem campeã é diminuta, bem pequena e significativa, por isso ganhou.

Seguindo a cabeça de alguns, por ledo engano, resolvi colocar muitos links em algumas postagens para facilitar o entendimento e navegação no site. Justamente, porque tinha gostado da observação que me fizeram de que as escritas funcionavam como leitura dinâmica dos fatos globalizantes. Porém, fiquei sim, parecendo com inventor da enciclopédia dinâmica, ou seja, não gosto disso. Voltarei à velha prática do feijão com arroz. É assim que funciona.

Além do mais, estou sem a Raquel Dellarini, o meu anjo de guarda da gramática e ortografia. Ela corta, desmancha e não quer nem saber. Obedeço!

Propriamente, sobre o mercado atual, tem muita coisa para ser refletida, ou seja, tem assunto demais e reflexão de menos.

Há pouco tempo, assim dizia, vocês vão me desculpar, mas não tinha assunto, não sou inventor e não preciso preencher espaço para satisfazer a diagramação pré-estabelecida.

O básico foi dito, falta acrescentar ou sublinhar algumas entrelinhas:

LÍNGUA SOLTA:

1 – O mercado começou 2013 um pouco mais solto, mas ainda cauteloso. Ensaiou passos acima dos 61.000 pontos (vou falar sobre isso tanto como suporte quanto resistência). Repetindo, para se livrar dessa encrenca, deverá ir ao entorno dos 64.000 pontos. Não vou explicar, porque todo mundo sabe.

2 – Não gosto que fiquem falando que o mercado é fingido. Uns caras velhos, cheios de manha, marrentos piolhos de bolsa que cospem no prato que comem. Se falar mal do mercado, arruma briga comigo. Ele fez o que tinha que fazer e faz agora o que acha necessário. Vejo-o muito mais como gentlemen, bastante educado, comportado e ciente das responsabilidades de marqueteiro da recuperação econômica global. Já disse, o mercado é o melhor amigo do homem, um verdadeiro cão de guarda, carinhoso, dá sinal aos mínimos detalhes do seu comportamento e ainda permite que se ganhe o bendito dinheiro. Tenho até um título de postagem que fala sobre isso. Ficou fácil, Europa espirra, vende, suspira compra, ou vice versa. Mercado franciscano, não precisa nem dos automáticos, dá para navegar no visual mesmo.

3 – Logo, não precisa ser adivinho para visualizar os passos do mercado daqui para frente, ainda mais que as margens automáticas estão sendo ampliadas. Mas na minha pequena contribuição, acho que ele ainda vai aprontar algumas surpresas. Acho. Todos sabem que o meu número de sorte é 59, não abro mão, 09 também. Chego a gostar até mesmo do 57, mas do 58, detesto.

Não tenho medo da China e nem mesmo da Alemanha, mas da Espanha e até mesmo da Inglaterra fico temeroso. A Espanha fica caladinha, escondida nos bastidores e o tombo Inglaterra pode seguir o tamanho da sua arrogância. Mas o que tenho medo mesmo é do Brasil. Aqui, vale o errado que está escrito e registrado. Sobre os juros, já fiz muitos comentários. O Brasil precisa entender que faz parte do mundo globalizado, mas não só ele é mal governado.

Esse negócio de pessimismo é uma coisa interessante, enquanto a crise estava comendo solta na Europa e EUA, o Brasil estava otimista achando que tudo era uma marolinha. Depois que as coisas estão melhorando por lá, o pessimismo chegou aqui. Meteram o marketing em cima da realidade e tome cala boca daqui e dali. Parece que a imprensa é paga para esconder a verdade ou não sabe em qual realidade se encontra. O Brassil precisa ser governado.

Quanto aos EUA, o povo americano continua “se achando” que mora numa ilha, povinho mal formado e sem juízo, analfabeto político e financeiro, assim como os brasileiros o são. Ainda bem que os republicanos perderam as eleições. Republicanos, os gangsters de fardas, senhores das guerras e das crises. Estímulo aos derivativos e mais proteção ao sistema financeiro, justamente o que deveria ser mais vigiado. Republicando significaria a direita americana retornando ao front de combate aos parceiros comerciais. A lei do enfraquecer para disputar com a concorrência. É difícil negociar com um cara protetor da democracia quando ele sempre tem uma bomba atômica escondida no bolso.

Na Europa, fico encabulado mesmo é com a inércia, cada um esconde a sua esperando que a do outro seja descoberta e culpada. Outra coisa que fico encucado é com os cabeças pensantes, esses com o peito cheio de medalhas, Prêmio Nobel, livros e livros inoperantes. Nas boas épocas, ficam ensinando como fazer isso e aquilo, nas convulsões, os caras desaparecem, o único que tomou posição firme foi o ex-presidente do FED, o senhor Dr. Ben Bernanke era pouco afeito a badalações. Depois, só mesmo o Obama, já começou a se valer em cima das agências de classificação de riscos.

4 – Até onde os chãos realmente são nocivos? Os fatos mudaram? Que eu saiba, continuam os mesmos, só falta a implacável realidade dos números confirmar o tão propalado pessimismo. Quero dizer o seguinte, daqui a pouco os números definitivos de 2012 vão aparecer e confirmarão a veracidade do grau de pessimismo do mercado. Será uma dura realidade ou um alento, não foi tão mal assim!

Esse negócio de realidade é interessante, quando aparece em definitivo pode acalmar quem antes fingia arrancar os cabelos e fazer explodir a loucura dos que permaneciam calmos. É a hora do vamos ver para crer. Se existe de fato terra arrasada pela frente, não há como medir a distância e nem por isso o mercado fica impedido de renovar o futuro um pouco mais positivo. Talvez nem mesmo os juros que a Itália está pagando vão assustar e nem a Grécia sirva mais de desculpa. A locomotiva da Alemanha pode ser a luz que faltava na inércia dos europeus. A velha briga entre o economizar e gastar. Se o mundo continuar gastando corporativamente em breve teremos uma crise universal de existência. Gastar corporativamente, engrenagens claudicantes que dependem da força das outras, por isso inventamos o termo Bengala Globalizada.

Demanda global aquecida ou reprimida? Esse é o termômetro efetivo da economia. Quem parou de comprar? Quem está vendendo? A escassez comanda as previsões, ninguém fica muito tempo com fome. A China não parou de comprar? Quem disse? Brasil a reboque da Bengala Globalizada, as commodities ainda farão a diferença.

5 – Gostei da reportagem que fala dos sete pecados que podem detonar uma carreira profissional, preguiça, desleixo, mentira, roubo, arrogância, cinismo e autopiedade. Assinado por Isabel Kopschitz (O Globo).

6 – O amigo Eike X não chega a ser meu ídolo, mas o admiro muito. Enquanto você dormia, tem um filme com esse título, Sandra Bullock. Ele age do mesmo jeito, enquanto uns choram, ele caminha sempre para frente. Mesmo assim, o jornal O Globo continua com ciúmes do cara. Tornamos a repetir, o que o mercado fez com ele foi uma completa irresponsabilidade.

7 – Com todo o respeito aos outros, continuo achando que o Sr. Dr. Juscelino Kubitschek de Oliveira, presidente do Brasil 1955 a 1960, é o maior brasileiro de todos os tempos. Uma pena que os mais novos o desconheçam.

8 – A União Europeia proibiu a fusão das bolsas de valores de Nova York, NYSE Euronext e Frankfurt, grupo Deutsche Börse. Órgão antitruste acha que a concorrência possa ser prejudicada.

9 – Sobre a reclamação do Twitter contra o Google, diferente do que pregamos, os gigantes continuam brigando.

10 – RETORNO DIFERENCIADO – Deixo no ar. Eis a questão, como esquecer 2008, 2009, 2010, 2011 e 2012? É simples, pense em 2013, 2014 e daí para frente. Ponha o valor atual de 2016 para funcionar, vai depender do valor real de 2013 que será construído e assim por diante. Deixar de fazer agora, eis a questão principal.

Mãos que pensam, pés que enxergam

Chacattis Tadadota

Continua…

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