EM TERMOS DE ECONOMIA, TODOS NÓS SOMOS COBAIA 2

EM VIGOR, ESTÁ O CONCRETO QUE NÃO PODE SER EVITADO, NOVA ORDEM DE COMO CONTROLAR OS BENS E OS DINHEIROS. O SISTEMA NÃO PODE CONTINUAR SENDO O DITADOR DO MUNDO.
BANCO CENTRAL INDEPENDENTE
Vários países ditos desenvolvidos adotam esse sistema, nem por isso estão livres dos erros que assistimos nas entranhas do primeiro mundo. O que deve ser combatido e melhor administrado são as pessoas executoras do sistema. Não adianta ter um banco central independente se ele é também um pau mandado do sistema.
No caso do Brasil, a bagunça é completa, nosso Banco Central é dependente dos caprichos, dos vícios e das vontades dos governantes que se alternam no exercício do poder. Veja o esclarecimento resumido a seguir:
  • 6 de julho de 2011- O QUE É ESSE NEGÓCIO DE COMBINAR JUROS ALTOS COM  IMPOSTOS TAMBÉM  ALTOS?

Vamos por partes, não é difícil de entender. Antes, temos que registrar o seguinte:
O próprio estrutural do nosso sistema financeiro já é por si um instrumento controlador da economia.
Não tendo como fugir das explicações clássicas, vamos utilizar resumidamente as enumerações do próprio Banco Central do Brasil:
(((“A política monetária representa a dimensão da política econômica voltada para a administração do volume de moeda e crédito na economia, bem como da estrutura de taxas de juros e seus efeitos sobre o nível de emprego, produção, preços e transações internacionais.
A execução da política monetária tem o objetivo de anular a diferença entre a expectativa inflacionária vigente e a meta de inflação anunciada.
A taxa de juros é o principal mecanismo de transmissão da política monetária.
OS MECANISMOS CLÁSSICOS DE POLÍTICA MONETÁRIA SÃO:
Recolhimento Compulsório:Todos os bancos comerciais são obrigados a manter junto ao Banco Central um percentual dos depósitos a vista. O depósito não pode ser inferior a 80% do valor médio diário atingido em duas semanas.
Redesconto de Liquidez: Wikipédia – É utilizado quando os bancos comerciais, apesar de todas as suas previsões de caixa, necessitam de reforço caixa ou ficam a descoberto na compensação de cheques. Nestes casos o banco emite uma nota promissória a favor do Banco Central e recebe um crédito em sua conta de depósito no Banco do Brasil.
Quando o BC aumenta o taxa do redesconto, força com que a reserva dos bancos fique maior e a propensão deles a emprestar vai diminuir porque evitarão a todo custo a ida ao redesconto.
Então, o redesconto maior significa redução da liquidez na economia.
Operações no Mercado Aberto Open Market: Permitem a regulação diária da oferta monetária e da taxa de juros, gerando liquidez aos títulos públicos negociados”. )))
Caro leitor, quando se fala em taxa de juros, na realidade, está se referindo a esse “ritual conjunto” préestabelecido oficialmente. O controle da taxa de juros não tem nada de simples, talvez as repetições dos noticiários possam tornar banais as exposições das consequências, mas nunca a forma estrutural do processo.
  • 7 de julho de 2011- A MATRIZ MATEMÁTICA PRINCIPAL É A FORMULADORA DA POLÍTICA  MACROECONÔMICA

O QUE BUSCA A POLÍTICA MACROECONÔMICA IDEAL?
OBJETIVOS PRINCIPAIS:
Busca um nível de preço estável; um nível de produção agregada mais ou menos próximo da capacidade; o próprio crescimento regular dessa mesma capacidade e da produção obedecendo à taxa apropriada a economia; a ótima combinação dos bens procurando manter a eficiência da economia; distribuição de renda preservada dentro do aceitável. Finalmente, tudo isso calibrado para a preservação também do equilíbrio dos pagamentos ao exterior; e logicamente estando acoplados também outros objetivos que se queira alcançar e que estejam plenamente atendidos dentro da matriz.

Os objetivos da política macroeconômica não funcionam de maneira independente, eles são, sobretudo, interdependentes, são correlacionáveis até mesmo pela concorrência.

Vamos dizer, o pleno emprego e a inflação são concorrentes. Inflação, no meu ponto de vista não se constitui num objetivo, é sim um coringa que funciona entre os objetivos citados anteriormente. A inflação não é somente aquele dragão estereotipado como o próprio mal, ela faz parte do todo do mecanismo econômico, ora necessária, ora exorcizada. Nem sempre o economista trata a inflação como agente do mal.
Por que faz parte?
Antes que o pleno emprego seja atingido, normalmente começam atuar as influências inflacionárias que vão aumentando quando se chega perto da plena capacidade de produção. É aquela velha história do ter que decidir pela escolha.
A inflação não se aproveita de um terreno imensurável, ela surge das próprias escolhas dos agentes de oferta e procura. Geralmente, o crescimento rápido e inflação são conflitantes, mas andam juntos.  Você pode pensar como a plena capacidade pode gerar escassez? Deixo isso para uma leitura complementar.
O DOMÍNIO DA MATRIZ PRINCIPAL PERMITE FAZER ESCOLHAS
Na realidade, tudo depende da escolha, ou melhor, da ênfase que a política macroeconômica dá a certos objetivos a serem alcançados. Seria ótimo conviver com os objetivos não conflitantes, tais como crescimento e pleno emprego, geralmente impulsionados pelo investimento.
Com o domínio da matriz mantido em dia, você pode desenhar cenários comportamentais da economia.
POR EXEMPLO, PODE-SE COMBINAR:
– Desemprego alto com inflação nula ou mesmo o baixo desemprego com certa dose de inflação, dependendo é claro das circunstâncias favoráveis do momento.
Cada escolha vai gerar contentamento e descontentamento nas partes componentes da sociedade. O que vai exigir um jogo de cintura mais apurado para administrar as tensões. O fato é que surge daí finalmente a escolha da alternativa mais propícia.
  • 7 de julho de 2011- CADA  ECONOMIA TEM UMA MATRIZ PRINCIPAL APROPRIADA – AS ARAPUCAS SÃO CONSTRUÍDAS   COM  AS PRÓPRIAS MÃOS

No caso brasileiro, a calibragem da matriz, devido às características momentâneas do país, tem os inerentes fortes das taxas altas de juros e impostos, como “os necessários” na manutenção do equilíbrio peculiar do próprio Brasil. Logicamente, se não fossem necessários, esses componentes não seriam os determinantes do próprio equilíbrio. E um tanto paradoxal dizer que os juros e impostos altíssimos são necessários ao equilíbrio. Poderia ser implacavelmente contestado.
O que é apropriado não é necessariamente perfeito, mas é o estar perto do possível que se pode fazer. Então, temos uma economia cuja matriz principal tem como componente a convivência com os juros e impostos altos.
Numa análise técnica mais aprofundada, o tempo de duração da atuação desses componentes tem que ser o mínimo possível, sob pena de esse conjunto macabro se transforme numa arapuca.
Tive que fazer os comentários anteriores justamente para chegar ao ponto seguinte dessa reflexão.
  • 8 de julho de 2011- UM MINISTRO  DE ESTADO DA FAZENDA É A PRÓPRIA VOZ DA  MATRIZ  PRINCIPAL DE  CÁLCULO  MACROECONÔMICO

Palavras fundamentadas em números que são frutos de um conjunto de ações planejadas, logicamente oriundas de observações e testes constantes sobre os dados e fatos que norteiam a política macroeconômica e também outros objetivos de política econômica.
Essa matriz principal carrega os sentidos macros da economia, tais como, taxa de crescimento, nível geral de preços, nível de produção agregada e emprego. O que forma um conjunto em constante aferição na busca da permanência do equilíbrio. Cujo ideal seria o pleno emprego com crescimento apropriado e sem inflação. Qualquer fato que afete esse conjunto, afeta também as partes, ou seja, a resposta tem que ser imediata, pois a aferição deve acusar quais os efeitos estão sendo causados, por exemplo, sobre a eficiência da economia como um todo, sobre os preços relativos, distribuição de renda e balanço de pagamentos.
Até parece que estou defendendo o ministro, quem menos deveria falar é o que mais fala. E os repórteres de um modo geral descobriram a fraqueza do moço, não muito bem cotado pelo mercado, justamente devido aos rompantes desnecessários com declarações bombásticas e surpresas infundadas.
Por qualquer motivo, o nosso ministro está sempre rodeado numa parafernália de holofotes, gravadores e microfones, parece até que ele mesmo marca a hora que vai passar por determinado corredor ou portaria. Mesmo assim, conseguem pegá-lo geralmente de surpresa e os rompantes inerentes causam declarações nem sempre bem fundamentadas, que numa interpretação precipitada da imprensa podem causar danos irreversíveis ao mercado.
Um ministro desse naipe não pode ficar surpreso com nada, sobretudo, espera-se dele a antecipação. No entanto, no currículo dele, enxertado de surpresas, vem colocando o mercado inseguro sempre com um olho no queijo e outro no rato.
Vamos dizer, não há falta de respeito e sim a falta de ação conjunta com o próprio ministro que não está fazendo nada que ninguém não saiba. Pois, desde o início de dezembro do ano passado (2010), quando o Presidente do Banco Central era o Sr. Henrique Meirelles, todo mundo ficou sabendo sobre uma série de medidas futuras para enxugar a liquidez da economia brasileira.
Caro leitor, falar de economia pode até ser um enfadonho, mas é necessário. Fique tranquilo, pois tudo que você vai ler a partir de agora tem um palavreado simples de ser entendido.
Em recente discurso, o Ministro da Fazenda Guido Mantega afirmou que se aumentar o orçamento da saúde, quebra o país:
Está na cara que a saúde e educação deveriam ser contempladas cada uma com 10% do orçamento. São uns dos principais entraves para o desenvolvimento do Brasil. Um homem sem educação é um morto que caminha. Sem saúde, é o peso que carrega a sociedade assassina.

DILMA ROUSSEFF VIDA SEM SAÚDE É O PRÓPRIO CONTRASTE QUEM PROLONGA  O  SOFRIMENTO   ALHEIO  POR SI É UMA DOENÇA.

Científica e tecnicamente o homem é muito bom para inventar, inovar e fazer diversas coisas, mas financeiramente, não conseguiu se evoluir no mesmo diapasão por estar sempre desconfiado das próprias espertezas. Veja como o cara é todo enrolado:

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