UM CONCILIADOR DE TENSÕES CRIOU A “CAMPANHA TEMPOS DE DEPURAÇÃO” DENTRO DO MERCADO DE CAPITAIS EM 2008 (1)

CONSTRUÇÃO DO POVO ESTADISTA, HORA DA REAÇÃO CIVILIZADA. MÃOS QUE PENSAM E PÉS QUE ENXERGAM, VAMOS BALANÇAR O MUNDO DE COISAS PRONTAS

TEMPOS DE DEPURAÇÃO DAS VERDADES (2)

PROJETO HOMEM MARKETING

Fluidos de interatividade com as mudanças dos novos tempos. Quem comunica a vida o faz com a eternidade.

#COLUNAEDITORIALPRONTANÁLISE, >>> #MIDIÁTICOSENSORIAL: #UNIÃODOSJORNALISTASSEMFRONTEIRAS >>> #CRÍTICASEMCRÍTICAS >>> #CHACATTISTADADOTA >>> #DiaDbrasileiroESTÁchegando >>> #TERRABRASILISseráredescoberta

COMO E PORQUE SURGIU A CAMPANHA TEMPOS DE DEPURAÇÃO: https://wp.me/p31Lbb-1wa

A campanha foi criada tomando como base o mercado de capitais. Ora bolas, mercado de capitais! Por que a base foi o mercado de capitais? Onde menos se poderia esperar!

Engano seu, minha vida profissional começou comprando e vendendo ações. Aprendi também a tomar cerveja com os maiorais da Gruta Metrópole. Muita gente já me viu contar as histórias das sortes, chances e insights. Foi dai que criei o midiático sensorial proveniente do Projeto Homem Marketing (ano 2.000) e Campanha Tempos de Depuração das Verdades (2.008), realmente, chegou a hora da reação civilizada. Dessa vez, estamos mais fortes, muita gente conhece o nosso trabalho. Quem mentiu não mente mais! As verdades que estão por aí são verdades mesmo? Veremos!

No frigir dos intuitos, senhores e senhoras, amigos e amigas, o que muitos ou alguns de vocês talvez nem saibam:

  • Como um analista de mercado foi terminar como ativista?
  • Como um analista de mercado foi terminar como ativista no combate ao banditismo incrustado nas entranhas dos poderes que dominam as gestões de vários países?
  • Esse processo da elucidação leva tempo para começar, mas depois da partida, não para mais, não estamos mais sozinhos:

O ANALISTA DO MERCADO DE CAPITAIS É POR SI CONCILIADOR DE TENSÕES

Esta matéria é dividida em três, entendimentos, o primeiro carrega uma certa dose de romantismo de mercado que colocamos aqui nesta postagem. A segunda versa sobre a época em que o mundo perdera suas bússolas devido a ocorrência da Crise das Hipotecas  e a terceira predomina o fato de que nunca tivemos uma imprensa genuinamente brasileira. E a Campanha Tempos de Depuração foi criada para colocar os “pingos nos iis” para se ter um feeling mais verdadeiro sobre a junção desses três entendimentos.

Coloque na cabeça uma coisa, o mercado é o local exato onde as virtudes e os podres se chocam e se cozinham, justamente, quando “entram e saem” (nos/dos) bastidores e são esclarecidos ou elucidados ou calados para sempre. Uma pressão danada. Quem passa pelo crivo do mercado “tira dez a vida toda”. Muito diferente das virtudes criadas nos estúdios do supermercado midiático gerenciado pela imprensa comunista.

Então, saber sobre o crivo do mercado é o primeiro passo do processo para o entendimento mais amplo sobre as necessidades de depurar as mentiras e os diversos tipos de verdades que fazem parte do dia a dia dos negócios. Um fogo cruzado pior do que Guerra nas Estrelas. Muita pressão de gentes e informações o tempo todo. Mal chegou um caso e já querem saber o resultado. Comer um jacaré ainda vivo é coisa normal, só tem que tomar cuidado com as mordidas. Ou seja, tem muita coisa a ser decifrada tanto na raiz do efêmero e passageiro quanto no processo animal que brota a lógica da criação, que pode ou não ser um bem virtuoso e duradouro para sociedade.

Nem tudo serve de “feeling” e nem sempre as deduções são completas, tem que ter uma certa arte para  enxergar no escuro das desonestidades, respirar no vácuo das incertezas e tirar proveito do vazio. Imagina quando a inflação rondava os 40,0 % ao mês. Por isso o analista tem que saber conciliar as tensões de todos os tipos, um verdadeiro equilibrista. As pessoas são tinhosas e inventivas. Como se diz sempre, muitas vezes no meio do lixo encontra-se uma pérola valiosa, seja material ou imaterial. E muitas vezes no meio das pérolas só as falsas sobressaem. A engenhosidade humana é uma maravilha universal.

Ninguém passa ileso pelos testes dos bastidores!

Então, depurar os fatos positivos ou negativos é um exercício puro de peneira e contínuo de busca pela veracidade das ratificações e retificações, estando incluídos as constatações, verificações das correções, e testes dos acertos, desacertos, origens e términos. Só que tem que levantar e verificar se os mortos respiram. Não basta olhar e dizer que está morto. Significa que as mentiras também precisam ser elucidadas, e nenhuma franja delas pode sair voando no além dos gráficos. Se o mal tem berço, é lá que temos que encontrá-lo.

Para entender a minha maluca história em particular nesse emaranhado de acontecimentos, tem se que voltar às décadas de 80 e 90. Que tipo de participação tive para ser o protagonista de todas essas ideias e escritas deste blog?

A ideia de prevalência de sua “integridade da honra” deve ser o seu bem mais precioso. Se você procurar neste blog os links “nossos valores” e “nossos livros” (  https://midiaticosensorial.com/nossos-livros-convite-as-editoras/), vai constatar que o título do Livro 8 é, “os limites da mente sã e esperta”, ou seja, justamente no fio da navalha onde o cara pode ou não se tornar um bandido. Muitas vezes de onde você tira o seu sustento é que “apreende ou aprende” sem querer a iniciar uma carreira de má conduta.

Você já procurou saber quem realmente é o seu patrão? E se você descobre que ele pertence ao “sistemão”, o que faria? Você conhece algum caso em que o empregado mandou o patrão embora? Não se dilua e não se perturbe, só assim a integridade fica acesa. Vamos em frente.

MERCADO DE CAPITAIS, ELEGANTE, SÓBRIO E DANADO:

FORMAÇÃO DAS TURMAS NOS BASTIDORES:

Todo mundo sabe que o meio do mercado de capitais é muito charmoso, refinado, competitivo e exigente. Típico aos amantes dos riscos. Geralmente, bem informados, na maioria, são generalistas ou especialistas em generalidades que se divertem com os meios globalizantes de entender a vida. Tanto por parte dos investidores quanto dos analistas e profissionais de mercado (Raízes flutuantes, muitos conhecem essas minhas escritas).

Tudo gente danada da melhor qualidade! E eu dentro por acaso e por gostar do meio, me tornei participante de uma turma restrita desses analistas experientes cuja finalidade principal era ganhar dinheiro honestamente mexendo nos gráficos. Os amantes do risco é só um modo de a imprensa fazer charminho para cima da moçada. Na realidade, só se evita os riscos quem realmente entende e desvia deles com humildade e sem se constranger, nesse meio, só os corajosos e torcedores perdem.

Na ponta do nariz do óbvio, essa aura de charmes e elegâncias não passa de uma síntese de como os semelhantes se traem e se atraem. Só o aspecto é cartesiano. Bem diferente da energia elétrica que são os contrários (+) e (-) que produzem a força e o trabalho real, e de onde saiu as linguagens para programação de computadores. Coisa útil! Pois é, no meu caso, os relacionamentos da turma se deram com base nos iguais ou quase iguais, junto com os poderes a tira colo e o dinheiro. Que diabo é isso? Os inúteis, (KKKK)! Gente com muito dinheiro e vida feita. Tempo para pensar e bolar as “mexidas” nas bolsas de valores.

No frigir dos intuitos, é nesse ponto que eu entro. Muitos perdedores e reclamantes começaram a se encontrar quase que diariamente, acho que éramos seis ou sete em 1975. Depois, o número fixou em 17 (dezessete), e ficou muito tempo nisso, era proibida a entrada dos estranhos aos trabalhos e nos espaços dos serviços. Dentro dos 17, a maioria era ligada às corretoras como clientes e praticantes, mas tinha três donos ou representantes diretos de bancos. A coisa era pesada, mas o crivo era honesto. Mas abrindo mão daqui e dali, entre 1995 e 2007, o número havia crescido para 54. Aí virou bagunça. Muitas análises, ou “segredos entre nós” começaram a sair na imprensa. Os caras acharam que tinham descoberto o Brasil.

RELACIONAMENTOS JURAMENTADOS SEM A IMPRENSA:

A grande proeza nessa “vida sábia e meio bandida no bom sentido” era saber desviar da imprensa e manter uma rede segura de relacionamentos juramentados:

Até hoje, os da imprensa estão procurando a gente. Os malucos escafederam se! Na realidade, a nossa turma nunca terminou de fato, muitos morreram não de velhice à moda antiga, mas achando graça por ter virado anjo ou se tornado invisível aos olhos dos marqueteiros que só pensam em aparecer e fazer mídia com o gozo dos outros. Se deixar, criam um clima fictício cercado de opiniões, “verdadeiras” enxertadas de “blá, blá, blá” e resultante zero. Foi por causa dessa enganação sem fim dos comunistas que o Brasil continua dando tiro no próprio pé e importando opinião dos outros. O que tem valor aqui é só o que vem de fora! A província não sai do sangue da nossa realeza. Para se ter ideia disso, a coisa é antiga, Villa-Lobos para ser aceito no Brasil, precisou ser conhecido lá fora.

GENTE METIDA E OS INTELECTUAIS JECAS:

Quando as redes sociais começaram aqui no Brasil, muitos deles, presente e capacitados, evitavam escrever a palavra “bandido” ou citar o “inferno” no meio dos seus “efes-e-erres”  (fidelité & realité). Ficava todo mundo entre preservar as delícias de sua vida farta ou defender os necessitados dos alimentos da mente. Então, optaram pela escrita rebuscada do “não me toques”, rasgando sedas nos perfumes, mas davam tantas voltas que acabavam não dizendo nada. ‘Data “vênia” no “baixo calão”! Acabou que o Lula não foi preso por ter chefiado o Mensalão. Deixou-nos as marolinhas!

OS NOVOS VELHOS DE HOJE NÃO SÃO NOVOS E SIM TEIMOSOS CONTINUADORES DA LUTA CONTRA O IMPOSSÍVEL:

Se eu tenho 71 anos e era um dos mais novos da turma dos bastidores, agora, você imagina quantos anos tinham os outros mais maduros que faziam parte daquela intensa troca de aprendizados diversos. Muitos já morreram e eu vou prestar as homenagens quando terminar esta escrita. Sinto saudades dos caras! Até jogando peteca lá no Minas ou conversando na Petisqueira Munhoz no Bairro Santo Antônio/BH. Acrescentando, o Bar do Lopes, Gruta Metrópole, Bar do Minas 1 e vários do Mercado Central, Chico do Churrasco, Cory e Bracarense no Rio de Janeiro. A coisa era mais eclética, “Tip-Top”, Izidro, Bar do Vale, Nonô do caldo de mocotó,  Cantina do Lucas, e mais outros ares, bares e altares que enobrecem a vida.

O Bar Maria Sorriso na Rua do Ouro era meu. Uma espécie de consulado da cidade de Diamantina, frequentado pelos poetas, Adão Ventura, Pelegrino, Murilo Rubião, jornalistas, Leonel da Mata (violeiro) e Tânia Moreira da Rádio Itatiaia, Wagner Seixas, Son Salvador (chargista), Faísca (Geraldo de Oliveira Simões) e Meira do Estado de Minas, e também o escritor José Bento Teixeira de Salles (Passageiro do Tempo/Academia Mineira de Letras), Paulo Campos Guimarães, Rondon Pacheco, músicos, Boanerges Meira e Fabiano Pimenta que fizeram muitas serestas para o Juscelino Kubitschek (o melhor presidente república que tivemos).

No frigir dos intuitos, depois que surgiu o PC, computador pessoal, em 1981, o email ganhou força apesar de ter sido inventado em 1965. Aí, fiquei encarregado de escrever as resenhas ou um resumo de tudo que era conversado nas reuniões sobre ações, empresas, mercados, finanças e economia interna e externa. Tudo anotadinho, desde as piadas, até os acontecimentos ligados às cervejas, e também os diretamente agregados às bolsas de valores. Então, sem pompas foi inaugurada a minha carreira de escriba das tradições e contradições das bolsas de valores. Simples, resumia tudo como se fosse relatório de auditoria. Era até divertido! Com um email resumido por dia, eu contava a história do mundo. Daí até ser um blogueiro, foi um pulo. Uma pena que o primeiro blog da Coluna Editorial Prontanálise tenha sido roubado dentro do Google Blogger, a coisa foi tão séria que tive que entrar na justiça em 2013.

Também recebiam “especial atenção” os assuntos de política e interna e externa que geravam os fatos que afetavam ou melhoravam os desempenhos dos gráficos. Bolsa de valores não produz fatos e sim se agrega a eles ou foge. Quando cisma de produzir fatos é porque tem boi na linha. Há quem diga que as bolsas de valores do Brasil já serviram de cabo eleitoral de muito político ruim de serviço. Com a política, todo cuidado é pouco pois está relacionado diretamente às saúdes dos cérebros que vêm governando o país, a nossa má administração tem relação direta com o nosso atraso, medos e receios empresariais.

O certo é que os embates entre os vendidos e comprados, grafistas e fundamentalistas eram um espetáculo à parte que contavam as histórias dos jogos e jogadas nas plenas realizações dos pregões. Hoje em dia, essa espécie de romantismo acabou. Uma pena! Os robôs fazem de tudo. Bem feito, nunca mais surgirão as turmas iguais a que fiz parte. Eis a vingança!

Era bom de assistir aos trabalhos da turma do Banco Garantia (trio bendito, Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Beto Sicupira) se envolvendo nos protagonismos diários das bolsas de valores. Essa observação constante me levou a desfazer os charmes tecnológicos dos bons de serviço, uma vez que a bolsa de valores do Brasil não andava sozinha. Ela só sabia como acompanhar o mercado americano. Quem primeiro decifrava é o rei da situação. Então me tornei um chato apreciador das bolsas de valores dos Estados Unidos.

Então, no frigir dos intuitos, as conversas foram se transformando em estudo. Ai, quase que sem querer, me tornei um analista do mercado de capitais, só que minhas análises não chegavam aos puros de coração, ficavam restritas às “putas velhas”. Qualquer erro, o pau comia! Então, a minha vida passou a ser uma perseguição constante às tecnologias, fiquei escravo dos fatos novos e viciado em leituras diversas. Lógico, durante a minha vida, fiz vários cursos e aprendi a guardar os segredos profissionais, primeiro por ser auditor e depois porque os assuntos das resenhas não podiam sair para a imprensa. O dia que saiu a turma acabou.

A coisa piorou muito quando o pessoal dos maçons começou a achar que tinha direito de fazer perguntas difíceis de responder. Foi aí que por acaso fui descoberto, lógico, comecei a cobrar pelas palavras escritas. As faladas ficavam por isso mesmo.

Todo mundo sabe que o Chacattis Tadadota é um quase poeta para escrever e contar histórias, mas eu sou puramente um pobre coitado. Se o preto não tiver no branco, não sai nada. Todo mundo se lembra das minhas choradeiras em 2009 quando tive que reclamar ao vivo sobre as tensões vividas pelo analista de mercado. Naquela época, editei uma postagem com o seguinte título, “o analista de mercado é sobre tudo um conciliador de tensões; roubei o título e cá o consumo. Tenho que achar onde está a postagem. Depois que o Google me roubou o primeiro blog Prontanálise, tenho que localizar onde estão os “print-screens” inerentes. Para tudo que faço na Internet, tiro uma fotografia da tela.

FAÇA PARTE, ENTENDA MELHOR, CONTRIBUA DE ALGUMA FORMA:

FOI PREVISTO EM 2008 A “REEXPLOSÃO DA BOLHA INTELECTUAL” E “REFORMAS DOS SISTEMAS CORPORATIVOS”, (((FOI OU NÃO FOI))) O QUE VEM ACONTECENDO E AINDA PODE ACONTECER? MUITAS VERDADES SERÃO DESMASCARADAS!

#CONSCIÊNCIAINTERATIVA:

#REFORMAGERALdoEstadoBrasileiro

As democracias desenvolvidas sempre têm escolas e cadeias.
Preferimos ter um inimigo constante que um amigo ausente.
A simplicidade nunca fica sozinha.
Trabalhe mais, faça mais e permita que outros façam.
Onde o vento faz a curva, você encontra as mãos que pensam e os pés que enxergam.
Vamos balançar o mundo de coisas prontas.
Os comentários anteriores são nossos esteios.
Chacattis Tadadota
Continua

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